O filme pega um conceito direto—formar uma imagem com um único fio—e o transforma em uma progressão cativante de imagens em movimento. Inspirando-se no folclore do Leste Asiático, Okushita utiliza o símbolo do fio vermelho do destino. Inúmeras versões dessa lenda existem, mas a noção central permanece: os deuses ligam com um fio vermelho homens e mulheres que estão destinados a ser almas gêmeas.
Um fio vermelho invisível conecta aqueles que estão destinados a se encontrar,
independentemente do tempo, lugar ou circunstância.
O fio pode esticar ou se emaranhar, mas nunca se romperá.
—crença chinesa antiga