
Spielberger
Resumo
Spielberger era natural de Stuttgart, Alemanha, e um homem de família com esposa e filha, que serviu como membro de elite das Waffen SS do Partido Nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Agindo sob ordens de seu superior, Alfred, ele foi encarregado de guardar uma pintura em tableau conhecida como ‘Os Doze Cavaleiros Liderados por Brunhilda’. Utilizando suas autorizações da SS, Spielberger garantiu passagem no submarino U-1324 enquanto ele partia dos estaleiros em Kiel. A embarcação já escoltava o Tenente-Coronel Matsuda de volta à Batávia, sob controle japonês na Indonésia, hoje Jacarta. Em contraste nítido com Matsuda, que socializava abertamente com a tripulação, Spielberger raramente saía de seus aposentos. Quando o fazia, era para manifestar objeções à decisão do Capitão Wentzel Ahbe de torpedear um porta-aviões britânico no Oceano Índico, argumentando que tal ação não alteraria o desfecho da guerra. Ahbe ficou surpreso com o tom derrotista de Spielberger, mas prosseguiu com o ataque, declarando que, a menos que recebesse ordens diferentes de seus superiores, ele e sua tripulação lutariam até o fim. A viagem permaneceu tranquila até que o U-1324 estava a milhas de seu objetivo, quando encontrou um patrulhamento da Marinha dos EUA que buscava submarinos japoneses na superfície. Embora um torpedo tenha sido disparado para desviar a patrulha, um contratorpedeiro permaneceu, forçando Ahbe a colocar o submersível em silêncio acústico. O contratorpedeiro então usou sonar ativo e disparou cargas de profundidade, fazendo o U-1324 mergulhar fatalmente de bico primeiro até o fundo do oceano, do qual nunca se recuperaria. Após a colisão, Ahbe dispensou os membros sobreviventes da tripulação de seus deveres, permitindo que enfrentassem a morte como achassem apropriado, observando que Matsuda já havia cometido seppuku. Ahbe retirou-se para outra parte do navio para meditar sobre seu destino, mas encontrou Spielberger, que exigiu saber quando emergiriam. Ao receber a terrível notícia, Spielberger revelou sua missão: entregar a pintura e escondê-la até que os nazistas recuperassem o poder. Nojento diante da atitude de Spielberger, Ahbe sugeriu que o naufrágio do submarino pudesse ser a vontade de Deus para os sacrifícios feitos, e expressou sua repulsa em compartilhar um caixão com um oficial da SS. Ofendido pelo que percebeu como sentimentos anti-nazistas, Spielberger ordenou a Ahbe que retratasse suas declarações. Ahbe continuou a desafiar calmamente seu antagonista, o que levou Spielberger a sacar sua pistola Luger e atirar duas vezes na cabeça de Ahbe, matando-o. Spielberger então tentou suicídio, mas a tripulação do U-1324, ao ouvir os tiros, invadiu o local para vingar o assassinato de Ahbe. Spielberger conseguiu matar três membros da tripulação antes de ser atingido por balas.
