Dezesseis divindades desceram ao reino mortal, estilhaçando o mundo em inúmeros fragmentos e remodelando-o em um tabuleiro de xadrez mortal chamado "Jogo da Fé". A humanidade tornou-se as peças, forçada a cada sete dias a entrar em instâncias bizarras e lutar pela sobrevivência dentro das regras ordenadas pelos deuses.
Cheng Shi, preso em um telhado desde o início, sem saída, primeiro acreditou no destino, depois caiu no engano, transformando-se em um sacerdote palhaço cuja cada palavra era uma mentira. O custo foi uma maldição de infortúnio perpétuo, mas seu poder transformava falsidades em realidade. Com sua lábia afiada, ele enganava seus aliados e manipulava os deuses, andando em uma linha tênue entre "fé" e "traição", ascendendo de mero peão a aquele que move as peças.
Destinos opostos, dezesseis fés e seis profissões se combinam para criar uma jogabilidade infinita; as instâncias abrangem temas diversos, as regras são repletas de perigos, e as batalhas de inteligência e reviravoltas se acumulam camada sobre camada. Este é o jogo definitivo do livre arbítrio contra o destino — quando os peões começam a despertar, os deuses devem descer.